Depois de um longo período de férias que foi até 10 de janeiro (eu estava viajando), voltei para casa e fiz algo que pareceu surpreendentemente natural:
Passei 11, 12, 13 e 14 de janeiro fazendo o que eu mais gosto — escrevendo código por quatro dias seguidos.
E, sinceramente? Eu me senti muito feliz.
Existe algo profundamente satisfatório em:
- resolver problemas técnicos,
- aprender novas habilidades no processo,
- e ver um projeto se tornar mais real a cada commit.
Claro, descansar importa. Não estou tentando fingir que burnout é um tipo de medalha de honra.
Mas, sendo honesto, às vezes acho o descanso um pouco… entediante — pelo menos comparado ao desafio e à recompensa de construir coisas. Programar me dá essa mistura de foco + progresso + curiosidade que eu realmente não consigo substituir por mais nada.
Quis compartilhar essa energia porque é um dos poucos sentimentos dos quais tenho total certeza:
Mesmo que ninguém me pagasse, eu continuaria escrevendo código.
Meus projetos pessoais são a forma como eu aprendo. Eles são, ao mesmo tempo, meu playground e meu campo de treino.
No momento, eles de fato me custam dinheiro e geram zero receita — e eu ainda assim adoro isso:
- Servidores VDS
- Custos com tokens de IA
- Taxas de domínio
É um investimento em habilidade, impulso e curiosidade — e, para mim, vale muito a pena. 💡💻
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